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Entre ruínas e renascimentos, o Iraque mostra que a cultura é uma das formas mais poderosas de reconstrução.

 

 
Depois de décadas marcadas por conflitos e reconstrução, o Iraque começa a recuperar o brilho de sua herança milenar. O país — onde nasceram cidades como Babilônia, Ur e Nínive — está redescobrindo na cultura, na fé e na memória suas maiores riquezas.

Em 2024, a receita do turismo cresceu 25%, alcançando US$ 5,7 bilhões, impulsionada sobretudo por visitantes culturais e religiosos. É o sinal mais claro de uma retomada que valoriza o passado para construir um futuro sustentável.

A inclusão de Babilônia na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO e os amplos projetos de restauração têm revitalizado a infraestrutura turística, atraindo tanto visitantes estrangeiros quanto o próprio público iraquiano, em um florescimento do turismo doméstico.

Mesmo após os danos causados por guerras e instabilidade política, grandes esforços de restauração vêm transformando o Iraque em um centro cultural sustentável, aberto ao diálogo e à preservação da sua história.

Bagdá, Samarra e Mossul, entre outras cidades, já mostram esse novo horizonte: museus reabertos, rotas arqueológicas guiadas, festivais e a revalorização da arquitetura islâmica.

O país que um dia foi o coração da antiga Mesopotâmia volta a pulsar — agora como destino de reencontro com as origens da civilização.

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