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A intrigante história do Kohl

O kohl sobreviveu a guerras, ao colonialismo, à ocupação, à ascensão e queda de impérios, a desastres naturais, à globalização e à mudança dos padrões de beleza.

A utilização do kohl no Médio Oriente e no Norte de África é tão rica e variada como a própria região. A mais antiga iteração do eyeliner – que faz parte integrante da cultura árabe há milénios – remonta ao antigo Egipto, onde servia não só para embelezar mas também para proteger contra o sol inclemente do deserto e até contra o mau-olhado (que pode significar uma maldição ou um olhar mal-intencionado).

Ao longo dos séculos, o uso do kohl espalhou-se pela Península Arábica, acabando por se tornar um elemento básico na vida quotidiana de homens e mulheres, com as suas vastas aplicações – estéticas, medicinais, religiosas e práticas. Pensa-se que os cruzados levaram para a Europa a prática do uso do kohl.

Os métodos de preparação e aplicação do kohl também refletiram as diversas paisagens culturais da região. O pigmento é normalmente feito a partir de materiais naturais; os Emirados preferem historicamente as sementes de tâmaras, por exemplo, enquanto no Líbano se utiliza mel de cedro e até a vesícula biliar de uma hiena.

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